The Immortal World Tour é a turnê do Cirque Du Soleil, que vai homenagear Michael Jackson. O espetáculo é uma parceria entre a MJ Estate com a produtora que cuida da companhia circense. A turnê do Cirque Du Soleil em homenagem ao Rei do Pop começou em 2011 no Canadá e, depois, seguiu para os Estados Unidos. O projeto tem o apoio da família de Michael. Escrito e dirigido por Jamie King, o mais importante diretor de concertos no mundo atual da música pop. Esta produção rara e eletrizante combinará a música e coreografia de Michael Jackson com a criatividade do Cirque du Soleil para dar aos fãs do mundo inteiro uma visão exclusiva do espírito, paixão e coração do gênio artístico que transformou para sempre a cultura pop mundial. Para o fundador do circo, Guy Laliberté, o projeto será um desafio "máximo" que levará a companhia a realizar um espetáculo que não pode ser comparado a qualquer outro feito antes. O coreógrafo Jamie King, que serviu como diretor de criação de Madonna nos últimos 12 anos King dirigiu em 2008 a "Sticky & Sweet Tour" de Madonna e outras turnês de cantoras como Rihanna, Celine Dion, Britney Spears, Avril Lavigne e as Spice Girls.
Chega de mentiras, queremos justiça ao Michael Jackson
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
BIOGRAFIA: THE IMMORTAL WORLD TOUR E IMMORTAL O ÁLBUM DE REMIXES
The Immortal World Tour é a turnê do Cirque Du Soleil, que vai homenagear Michael Jackson. O espetáculo é uma parceria entre a MJ Estate com a produtora que cuida da companhia circense. A turnê do Cirque Du Soleil em homenagem ao Rei do Pop começou em 2011 no Canadá e, depois, seguiu para os Estados Unidos. O projeto tem o apoio da família de Michael. Escrito e dirigido por Jamie King, o mais importante diretor de concertos no mundo atual da música pop. Esta produção rara e eletrizante combinará a música e coreografia de Michael Jackson com a criatividade do Cirque du Soleil para dar aos fãs do mundo inteiro uma visão exclusiva do espírito, paixão e coração do gênio artístico que transformou para sempre a cultura pop mundial. Para o fundador do circo, Guy Laliberté, o projeto será um desafio "máximo" que levará a companhia a realizar um espetáculo que não pode ser comparado a qualquer outro feito antes. O coreógrafo Jamie King, que serviu como diretor de criação de Madonna nos últimos 12 anos King dirigiu em 2008 a "Sticky & Sweet Tour" de Madonna e outras turnês de cantoras como Rihanna, Celine Dion, Britney Spears, Avril Lavigne e as Spice Girls.
BIOGRAFIA: MICHAEL JACKSON THE EXPERIENCE E PLANET MICHAEL
Um ponto positivo do game é o cuidado que a produtora teve com a fidelidade. Alguns cenários reproduzem fielmente cenas dos vídeo clipes de Michael, inclusive com os dançarinos e o astro vestidos a caráter. Impossível conter a nostalgia ao ver o bar do clipe de Smooth Criminal com todos fantasiados de “mafiosos” ou então na música “In the closet” que (como no clipe) as cenas de dança são executadas por Michael e a modelo Naomi Campbell, cabe ao jogador escolher qual dos dois irá representar. Além dos cenários, as coreografias receberam um tratamento especial também, pois são extremamente fiéis às originais na grande maioria das músicas. O andamento do game segue o tradicional. Movimentos que devem ser copiados como se você estivesse em frente a um espelho. A mão com a qual você segura o Wii Remote é assinalada na tela com um brilho na mão de Michael e na parte superior da tela, uma miniatura mostra qual o passo que deverá ser feito em seguida. Depois de cada um deles, você recebe uma “nota” de acordo com a precisão do movimento, que pode ser “perfect”, “good”, “ok” ou “X” (que indica erro).
São 27 canções : Another Part of Me , Bad, Beat it , Billie Jean , Black or White , Dirty Diana , Don’t Stop ‘Till You Get Enough, Earth Song, Ghosts, Heal the World, In the Closet, Leave Me Alone, Money, Remember the Time, Rock With You, Smooth Criminal, Speed Demon, Streetwalker, Sunset Driver, The Girl is Mine, The Way you Make Me Feel, They Don’t Care About Us, Thriller, Wanna Be Startin’ Somethin, Who Is It, Will You Be There, Workin’ Day and Night.
Planet Michael é um MMO inspirado na vida e obra do Rei do Pop, Michael Jackson. O título utiliza a mesma engine e estratégia comercial Entropia Universe — MMO sueco que aposta no sistema “grátis para jogar”, com microtransações liberadas entre os jogadores.
Apesar da ambientação surreal o jogo conta com todos os elementos de um MMO tradicional: missões, coleta de recursos, manufatura de itens e assim por diante — entretanto tudo se baseia nas diferentes fases da carreira do cantor.
BIOGRAFIA: ÁLBUM PÓSTUMO DE INÉDITAS MICHAEL
No dia 14 de junho de 2011 a gravadora Sony lançou mais um clipe póstumo do cantor. O projeto convocava pessoas de todo o mundo a mandarem vídeos cantando, dançando ou tocando a música do rei do pop para serem incorporados ao clipe oficial. Fãs de 103 países participaram e o diretor responsável Dennis Liu selecionou os 1600 melhores vídeos, incluindo 50 crianças e 36 animais na edição final. Sobre este trabalho, o diretor Dennis Liu declarou: "Este é o projeto mais divertido e bacana de que já participei. Foi um privilégio emocionante ver tantas pessoas, de todas as partes do mundo, se juntarem como se fossem uma voz só".
Brasileiros participam de ‘Behind the Mask’: O projeto não revela a nacionalidade de todos os participantes do clipe, mas é possível ver a bandeira do Brasil aparecendo algumas vezes. Aos 16 segundos, um fã brasileiro aparece usando a camiseta do Olodum, outro mostra um cartaz escrito ‘Brazil te ama’ e duas mulheres também seguram a bandeira verde e amarela.BIOGRAFIA: MORTE
Conta-se que ele teve uma parada cardio-respiratória depois de injeções de Propofol, um poderoso anestésico. Telefonaram para o serviço de emergência por volta de 12h26, horário local. Os paramédicos tentaram desesperadamente reanimá-lo, mas não obtiveram sucesso. Ele foi levado de ambulância para o Centro Médico da UCLA, que ficava próximo, onde novas tentativas para ressucitá-lo foram realizadas. Diz-se que um grupo de cerca de dez pessoas gritava: "Vocês têm de salvá-lo!" A mãe, vários membros da família e Elizabeth Taylor correram para o hospital. Fâs desconsolados logo começaram a se aglomerar em volta de sua casa. Enquanto as agências de notícias hesitavam em aceitar os rumores que se espalhavam como fogo em palha seca, o Coronel Fred Corral, do Condado de Los Angeles, confirmou que Jackson havia morrido de parada cardíaca às 14h26.
Enquanto todo o planeta lamentava ou estava pasmo, o astro era homenageado mundo afora. Os canais de notícias e a imprensa mal trataram de outro assunto. Como dizem, foi um bom dia para sepultar (outras) más notícias. "O dia em que a música morreu", soluçou um fã para a câmera. Na morte, como na vida, a cobertura variava entre celebração (vídeos e canções eram colocados no ar a todo instante) e mórbida dissecação. Todos os noticiários exploravam um determinado aspecto do fato. A especulação pegou fogo. Qual foi o papel do médico particular? Que medicamentos o astro vinha tomando? A morte poderia ter sido evitada? Quando a família Jackson pediu uma segunda autópsia, os adeptos da teoria da conspiração tiveram um prato cheio. Algumas más línguas chegaram a dizer que a morte havia sido forjada para impulsionar a carreira do astro, ou como um meio de não cumprir os compromissos já marcados.
Porém, a triste verdade acabou sendo aceita. O Rei do Pop estava morto. E, num clima de quase histeria, os críticos se enfileiraram para proclamar sua genialidade, para elogiar, como afirmou a revista Time, "a forma como ele mesclava música branca e negra". Sua "delicadeza" era sempre citada.
"É uma perda muito trágica e um dia terrível", disse Beyoncé. "Michael Jackson causou um impacto muito maior do que qualquer outro astro na história da música. Era mágico. Era o que todos nós lutamos muito para ser. Sempre será o Rei do Pop". Cher declarou: "Deus dá certos dons e ele era apenas um menino extraordinário dotado de grande capacidade. Sabia cantar como ninguém". "Estava tão animada para ver sua temporada em Londres", disse Britney Spears. "Eu ia pegar um avião para vê-lo. Ele sempre me inspirou em toda a minha vida e estou arrasada porque ele se foi". Madonna declarou: "Não consigo parar de chorar por causa dessa notícia triste. O mundo perdeu um de seus grandes astros, mas sua música viverá para sempre". "Sempre vou dar valor aos momentos que passei com ele no palco e tudo o que aprendi sobre música com ele", disse Justin Timberlake.
Palavras não faltaram à mídia, que continuou a apresentar matérias sensacionalistas sobre abuso de analgésicos, dívidas e outros problemas. Quando se soube que o testamento de Michael deixava seus bens para sua mãe e para os filhos dele, e pedia que Katherine Jackson (mas não o seu pai) ficasse com a guarda das crianças, tendo como segunda opção Diana Ross, circularam histórias sobre a reação de Debbie Rowe. Levantaram-se dúvidas quanto a Jackson ser o verdadeiro pai das crianças. Depois disseram que Michael seria enterrado em Neverland, antes de admitir que as leis do Estado da Califórnia proibiam isso. Os promotores que perderam dinheiro por sua morte não se queixaram, e filmagens de seus últimos ensaios no Staple Center de Los Angeles já estavam sendo divulgadas na rede.
Há gravações guardadas nos cofres. Alguns dizem que cerca de 200 músicas são inéditas, apesar de a maioria poder ser de músicas infantis. Também se fala de material inacabado, trabalhos de Jackson com nomes contemporâneos do hip hop e R&B, como will.i.am, Akon e Ne-Yo. Em 2007, Jackson disse à revista Ebony: "Estou escrevendo muita coisa agora. Vou para o estúdio todos os dias". Kanye West, T-Pain, Swiss Beatz e Sean Garrett, todos confirmaram que estiveram com Michael para discutir um trabalho conjunto. 50 Cent e Chris Brown conversaram com ele pelo telefone sobre possíveis projetos. Depois de trabalhar em uma remixagem de "Wanna Be Startin' Somethin'", em 2008, Akon disse: "Ele é um gênio. Aquela aura... É incrível. Logo vamos sacudir o mundo, cara! Alguns artistas pensam no local, alguns pensam no nacional, eu estava pensando no internacional. Ele pensa em planetas. É algo de outro nível". will.i.am rasgou-se em elogios: "Sou fã desse cara. É o sujeito mais esperto que eu já conheci. Deus nos dá Michael Jackson, James Brown e Nat King Cole só para trazer mais luz à Terra. Michael tem o maior orgulho de ser negro. Na mídia, como ele é perseguido o tempo todo, já se cansou de dar declarações".
Causando muita emoção, a canção "Hold My Hand" começa "This life don't last forever" [Esta vida não dura para sempre]. E continua: "When it gets dark and when it gets cold/We can just hold each other till we see the sunlight" [Quando escurece e quando fica frio/Podemos simplesmente ficar abraçados até ver a luz do sol].
Funeral
A família Jackson estava em plena evidência no dia da cerimônia fúnebre de Michael Jackson, apesar de estarem usando óculos escuros e, no caso dos irmãos, uma luva brilhante cada um (em honra à marca registrada dos melhores dias de Michael). Depois de muitos rumores e desmentidos, 7 de julho apresentou a família, impecavelmente unida mais uma vez, começando o dia com um adeus muito íntimo de 40 minutos à sua estrela mais brilhante no Forest Lawn Memorial Park. Mais tarde levaram o caixão dourado de Michael, coberto de rosas vermelhas, num comboio até o Staples Center. Foi lá que Michael estava ensaiando bem pouco tempo antes. Agora ele era o foco de 31,3 milhões de espectadores ao vivo nos Estados Unidos e de um número ainda maior e incontável em todo o mundo, além de 17.500 fãs dentro do local, os quais haviam ganhado ingressos em uma "loteria" pela internet. Mais 50 mil fãs vieram de todas as partes só para ficar do lado de fora, para dizer que estavam presentes.
Parte funeral, parte show de homenagem, parte celebração, parte vigília real, o evento foi o máximo, como gostaríamos que fosse. O caixão de Michael ficou à frente do palco e a família sentada na primeira fila. O Guardian não resistiu em chamar a cerimônia de "seu último show... tão impecável e preciso como seu canto adolescente ou como sua lendária dança dos anos 80". Foi emocionante como só a grande pompa e o melodrama rasgado conseguem ser. As homenagens foram todas cor-de-rosa, as vozes dos cantores embargadas pela emoção, fosse ela genuína ou profissional. Alguém lembrou que Michael havia dito certa vez que esperava que seu funeral fosse o maior show da Terra.
Smokey Robinson leu mensagens de Nelson Mandela e de Diana Ross (Ross, como Elizabeth Taylor e Quincy Jones, preferiu chorar sua dor de forma privada). Foi uma demonstração pública de emoção extravasada, lembrando do grande astro e esquecendo os que o criticaram. A tela ao fundo mostrava fotos e filmagens de Michael se apresentando em vários estágios de sua vida, enquanto Mariah Carey cantou "I'll Be There", Lionel Richie cantou "Jesus Is Love" e Stevie Wonder cantou "Never Dreamed You'd Leave In Summer" [Nunca Sonhei Que Você Fosse Partir No Verão], mudando o final para "Michael, por que você não ficou?". Berry Gordy Jr. proclamou Jackson o maior showman que já existiu, sendo aplaudido de pé. Queen Latifah leu um poema especialmente escrito para a ocasião por Maya Angelou. "Ele jamais partirá de verdade", disse Smokey. Estrelas do passado e do presente do LA Lakers, Magic Johnson e Kobe Bryant, falaram sobre as boas lembranças que tinham do amigo. Jennifer Hudson cantou a música de Michael "Will You Be There?" e John Mayer tocou "Human Nature". As lágrimas rolaram ainda mais soltas quando Jermaine Jackson interpretou a música de Charles Chaplin "Smile", que Brooke Shields apresentou como a canção preferida de Michael. Ela falou sobre sua amizade natural e espontânea: "Sim, pode ter parecido estranha vista de fora, mas nós a tornamos divertida e real". Ela enfatizou sua sensibilidade e seu amor pela vida. O reverendo Al Sharpton desencadeou uma tempestade, gritando: "Ele rasgou a cortina da diferença de cor. Nos colocou nas capas de revista e na TV. Ele fez com que amássemos uns aos outros". Atribuiu a vitória do presidente Obama e muitas outras coisas a Michael. "Não se trata das dificuldades que ele enfrentou - ele declarou - incentivando a América a não pensar nos escândalos enfrentados nos últimos anos. Trata-se da mensagem que ele deixou". Numa espécie de clímax, olhou para os filhos de Michael e disse: "Não havia nada de errado com seu papai. O que foi errado foi o que o seu papai teve de enfrentar". E lá estavam os três filhos de Michael: visíveis, sem véus, lindos.
Houve mais. Usher cantou "Gone Too Soon" [Partiu Cedo Demais], chorando ao tocar o caixão. O filho e a filha do defensor dos direitos civis Martin Luther King fizeram discursos empolgantes. O garoto galês de doze anos, Shaheen Jafargholi, descoberto em um show de talentos da TV britânica, cantou "Who's Lovin' You?". "Quero agradecer a ele por ter me abençoado e a todas as pessoas com sua música maravilhosa", disse Shaheen. Parecia que o final seria a apresentação coletiva de "We Are The World" e "Heal The World", como estava programado para os shown de This Is It, com a família e os amigos se juntando ao elenco no palco. No entanto, mesmo depois disso houve mais lances cheios de emoção. Marlon Jackson disse: "Talvez agora finalmente deixem você em paz, Michael". Depois, como que para silenciar os críticos de Jackson, seus filhos foram levados para perto do microfone. "Fale alto, querida", disse Janet, e uma Paris de 11 anos fez sua primeira apresentação pública, dirigindo-se ao mundo que a observava hipnotizado. "Desde que eu nasci - ela começou, interrompendo-se para conter o pranto - papai foi o melhor pai que se pode imaginar, e eu só queria dizer que o amo muito". Com sinceridade, quase insuportavelmente tocante a ponto de desarmar qualquer incrédulo, superou o desempenho de Elton John cantando "Candle In The Wind" no funeral da princesa Diana, como um momento icônico naquela área indefinível e pós-moderna que vai além do glamour, da tragédia, da ilusão e do real.
Parte funeral, parte show de homenagem, parte celebração, parte vigília real, o evento foi o máximo, como gostaríamos que fosse. O caixão de Michael ficou à frente do palco e a família sentada na primeira fila. O Guardian não resistiu em chamar a cerimônia de "seu último show... tão impecável e preciso como seu canto adolescente ou como sua lendária dança dos anos 80". Foi emocionante como só a grande pompa e o melodrama rasgado conseguem ser. As homenagens foram todas cor-de-rosa, as vozes dos cantores embargadas pela emoção, fosse ela genuína ou profissional. Alguém lembrou que Michael havia dito certa vez que esperava que seu funeral fosse o maior show da Terra.
Smokey Robinson leu mensagens de Nelson Mandela e de Diana Ross (Ross, como Elizabeth Taylor e Quincy Jones, preferiu chorar sua dor de forma privada). Foi uma demonstração pública de emoção extravasada, lembrando do grande astro e esquecendo os que o criticaram. A tela ao fundo mostrava fotos e filmagens de Michael se apresentando em vários estágios de sua vida, enquanto Mariah Carey cantou "I'll Be There", Lionel Richie cantou "Jesus Is Love" e Stevie Wonder cantou "Never Dreamed You'd Leave In Summer" [Nunca Sonhei Que Você Fosse Partir No Verão], mudando o final para "Michael, por que você não ficou?". Berry Gordy Jr. proclamou Jackson o maior showman que já existiu, sendo aplaudido de pé. Queen Latifah leu um poema especialmente escrito para a ocasião por Maya Angelou. "Ele jamais partirá de verdade", disse Smokey. Estrelas do passado e do presente do LA Lakers, Magic Johnson e Kobe Bryant, falaram sobre as boas lembranças que tinham do amigo. Jennifer Hudson cantou a música de Michael "Will You Be There?" e John Mayer tocou "Human Nature". As lágrimas rolaram ainda mais soltas quando Jermaine Jackson interpretou a música de Charles Chaplin "Smile", que Brooke Shields apresentou como a canção preferida de Michael. Ela falou sobre sua amizade natural e espontânea: "Sim, pode ter parecido estranha vista de fora, mas nós a tornamos divertida e real". Ela enfatizou sua sensibilidade e seu amor pela vida. O reverendo Al Sharpton desencadeou uma tempestade, gritando: "Ele rasgou a cortina da diferença de cor. Nos colocou nas capas de revista e na TV. Ele fez com que amássemos uns aos outros". Atribuiu a vitória do presidente Obama e muitas outras coisas a Michael. "Não se trata das dificuldades que ele enfrentou - ele declarou - incentivando a América a não pensar nos escândalos enfrentados nos últimos anos. Trata-se da mensagem que ele deixou". Numa espécie de clímax, olhou para os filhos de Michael e disse: "Não havia nada de errado com seu papai. O que foi errado foi o que o seu papai teve de enfrentar". E lá estavam os três filhos de Michael: visíveis, sem véus, lindos.
Houve mais. Usher cantou "Gone Too Soon" [Partiu Cedo Demais], chorando ao tocar o caixão. O filho e a filha do defensor dos direitos civis Martin Luther King fizeram discursos empolgantes. O garoto galês de doze anos, Shaheen Jafargholi, descoberto em um show de talentos da TV britânica, cantou "Who's Lovin' You?". "Quero agradecer a ele por ter me abençoado e a todas as pessoas com sua música maravilhosa", disse Shaheen. Parecia que o final seria a apresentação coletiva de "We Are The World" e "Heal The World", como estava programado para os shown de This Is It, com a família e os amigos se juntando ao elenco no palco. No entanto, mesmo depois disso houve mais lances cheios de emoção. Marlon Jackson disse: "Talvez agora finalmente deixem você em paz, Michael". Depois, como que para silenciar os críticos de Jackson, seus filhos foram levados para perto do microfone. "Fale alto, querida", disse Janet, e uma Paris de 11 anos fez sua primeira apresentação pública, dirigindo-se ao mundo que a observava hipnotizado. "Desde que eu nasci - ela começou, interrompendo-se para conter o pranto - papai foi o melhor pai que se pode imaginar, e eu só queria dizer que o amo muito". Com sinceridade, quase insuportavelmente tocante a ponto de desarmar qualquer incrédulo, superou o desempenho de Elton John cantando "Candle In The Wind" no funeral da princesa Diana, como um momento icônico naquela área indefinível e pós-moderna que vai além do glamour, da tragédia, da ilusão e do real.
Marcadores:
Biografia,
Família Jackson,
Funeral,
Memorial,
Michael Jackson,
Morte,
Paris Jackson
BIOGRAFIA: THIS IS IT
Todos os ensaios para a turnê foram filmados em alta definição: são
mais de 100 horas de vídeos que deram origem a um filme/documentário,
intitulado This Is It. O filme foi produzido pela Columbia Pictures, dirigido por Kenny Ortega e teve lançamento mundial de 28 de outubro a 30 do mesmo mês.
Para acompanhar este filme a Sony
lançou uma coletânea que foi sua trilha sonora. Nesta coletânea se
encontrarão todas as músicas que Jackson estava ensaiando para a turnê
na mesma sequencia que apareceram no filme. Também houve a primeira
música lançada depois de sua morte e versões nunca lançadas de algumas
músicas, além de um poema que Jackson gravou para o álbum Dangerous lançado em 1991.
BIOGRAFIA: THRILLER 25TH, KING OF POP E A VENDA DE NEVERLAND
A Edição Especial é composta pelo CD - contendo as faixas
convencionais e os remixes, adicionado o verso solo de Vincent Price e a
canção inédita For All Time - e um DVD, contendo os clipes do álbum e a performance de Billie Jean no 25º Aniversário da Motown, em 1983.
Thriller 25 pode ser considerado sucesso comercial: Chegou à posição #2 nos Estados Unidos, #3 no Reino Unido, e no TOP#10 em mais de trinta países. Atingiu três semanas em primeiro lugar na França, e duas semanas, em primeiro da Argentina, Bélgica, e no Reino Unido. Foi certificado "Disco de Ouro" em 11 países.
Nos Estados Unidos, Thriller 25th
foi o segundo álbum mais vendido na sua semana de estreia, passando dos
166.000 exemplares. Foi inelegivel para o chart Billboard 200 por ser
relançamento, mas entrou no Pop Catalog no número um, onde permaneceu durante nove semanas consecutivas. Este foi o melhor lançamento Jackson desde Invincible em 2001, com um valor estimado de 500.000 exemplares e 2 milhões de cópias vendidas em 12 semanas.
Atualmente está entre os 10 álbuns mais vendidos do ano de 2008.
Para comemorar o aniversário de 50 anos de Michael Jackson a SonyBMG lançou "King of Pop" a primeira coletânea interativa de Michael Jackson que contou com seu público para seleção das faixas.
O cantor vendeu seu rancho Neverland,
depois de três anos sem morar no lugar. No entanto gerou controvérsia
da imprensa, já que ele vendeu a propriedade para uma companhia que ele
mesmo era um dos donos.
Marcadores:
Biografia,
King of Pop,
Michael Jackson,
Neverland,
Thriller 25th
BIOGRAFIA: ANOS DIFÍCEIS (2002 - 2005)
Michael teve seu terceiro filho em 2002, Prince Michael Jackson II (Blanket). A mãe da criança se mantém anônima. Em novembro do mesmo ano, durante sua estadia em Berlim,
Jackson apareceu na janela da varanda do quarto de hotel com seu filho
recém-nascido. O cantor surpreendeu a todos quando pôs seu filho com um
pano no rosto para fora da janela durante 3 segundos. Ele
fez isto para mostrar seu filho aos fãs que se encontravam à entrada
do hotel, que teriam pedido que ele o mostrasse. Este ato provocou severas críticas.
Em 2003 a Sony lançou a coletânea Number Ones que vendeu 10 milhões no mundo todo. No mesmo ano foi exibido o documentário Living with Michael Jackson,
que mostrava o dia a dia do cantor. O documentário mostrou a vida de
Jackson, a sua infância difícil, seus 3 filhos, a sua casa e o seu
isolamento em seu mundo particular. O documentário causou repercussão
negativa para Jackson na mídia, graças às práticas injustas do jornalista Martin Bashir,
levando inclusive a segunda acusação em 2003. Alguns críticos disseram
que o documentário foi mais prejudicial a imagem do cantor do que a
acusação de 1993.
Ainda em 2003, acusado de abuso sexual de menor por Gavin Arvizo, Jackson negou tal alegação. Elizabeth Taylor
defendeu o cantor em um programa de televisão dizendo que ela tinha
estado lá, quando Gavin se encontrava na casa do cantor, assistindo
televisão. "Não houve nada de anormal. Nós rimos como crianças,
assistimos um monte de filmes da Disney. Não houve nada de estranho, nem
de inapropriado." Durante a investigação, o perfil de Jackson foi
examinado por um profissional da saúde mental chamado Dr. Stan Katz; o
médico passou várias horas com o acusador também. A avaliação feita por
Katz, dizia que Jackson tinha a idade mental de um garoto de 10 anos e
não se encaixava no perfil de um pedófilo.
O julgamento durou cinco meses, até o final de maio de 2005. Durante o julgamento, o cantor novamente sofreu de estresse
e grave perda de peso, que viria alterar sua aparência. Em junho,
Jackson foi absolvido de todas as acusações, por falta de provas. Depois
do julgamento Michael abandonou Neverland e se mudou para o Bahrain. O cantor disse que apesar de amar Neverland, ela tinha trazido coisas ruins (como as acusações) para sua vida e que nunca mais andaria com crianças novamente.
Outra coletânea foi lançada em 2004, The Ultimate Collection, uma caixa com quatro CDs e um DVD. Em março de 2006, a Sony Music lançou nova coletânea, o álbum duplo The Essential Michael Jackson.
Assinar:
Postagens (Atom)


